Certo
dia, numa manhã ensolarada, Sardinoca, uma linda e prateada sardinha surgiu à
superfície da água e espantou-se com quantidade de chorões-da- praia que viu
espalhados pelo areal.
- Oh! Não! Tantos chorões- da-praia! Credo! Tantas plantas invasoras!
- Oh! Não! Tantos chorões- da-praia! Credo! Tantas plantas invasoras!
Muito
aflita, a sardinha começou a bater as suas barbatanas.
A
gaivota Liliana aproximou-se, num rápido voo, porque conhecia este chamamento
da sua amiga sardinha.
-
O que se passa?! O que te aconteceu? – perguntou a Liliana.
- Olha para este areal! – gritou a Sardinoca. Está coberto de chorões-da-praia! Elas já cobriram as dunas...
- O que poderemos fazer, Sardinoca? – perguntou a Liliana, muito nervosa, enquanto voava em volta da sardinha.
- Liliana, vai chamar o Albi, rápido! Só ele poderá destruí-las e ajudar a salvar as nossas nativas!
Em primeiro lugar temos de reunir muitas pessoas para conseguirmos arrancar os chorões -da- praia. O Albi foi imediatamente buscar luvas e sacos de plástico pretos enormes para deixar os chorões-da-praia a secar.
De seguida, ele ligou para os meios de comunicação social e divulgou uma ação de controlo da espécie invasora chorão-da-praia presente nas dunas da praia do Osso da Baleia.
No dia marcado, apareceram junto às dunas da praia do Osso da Baleia imensas pessoas para ajudar a eliminar esta espécie invasora.
Depois de retirados os chorões-da-praia das dunas, colocaram-nos a secar em cima dos sacos de plástico e desta vez uma etapa estava concluída.
Ao regressarem a casa passaram pela mata do urso e viram muitas acácias e perceberam que era outra espécie invasora.
- Olha para este areal! – gritou a Sardinoca. Está coberto de chorões-da-praia! Elas já cobriram as dunas...
- O que poderemos fazer, Sardinoca? – perguntou a Liliana, muito nervosa, enquanto voava em volta da sardinha.
- Liliana, vai chamar o Albi, rápido! Só ele poderá destruí-las e ajudar a salvar as nossas nativas!
Em primeiro lugar temos de reunir muitas pessoas para conseguirmos arrancar os chorões -da- praia. O Albi foi imediatamente buscar luvas e sacos de plástico pretos enormes para deixar os chorões-da-praia a secar.
De seguida, ele ligou para os meios de comunicação social e divulgou uma ação de controlo da espécie invasora chorão-da-praia presente nas dunas da praia do Osso da Baleia.
No dia marcado, apareceram junto às dunas da praia do Osso da Baleia imensas pessoas para ajudar a eliminar esta espécie invasora.
Depois de retirados os chorões-da-praia das dunas, colocaram-nos a secar em cima dos sacos de plástico e desta vez uma etapa estava concluída.
Ao regressarem a casa passaram pela mata do urso e viram muitas acácias e perceberam que era outra espécie invasora.
- Mais uma tarefa difícil para resolver! Estas acácias
têm de ser destruídas! - exclamou o Albi.
- São
tão bonitas estas acácias! Quem diria que poderiam fazer tanto mal à nossa
floresta autóctone? – questionou a Liliana.
Albi
concordou com a Liliana. Efetivamente, aquelas plantas de flores amarelas davam
um belo colorido à paisagem. No entanto, devido ao seu rápido crescimento,
provocam a diminuição da quantidade de água disponível no solo e competem com
as plantas nativas.
Albi virou-se
para os voluntários e perguntou-lhes:
-
Vamos continuar com a luta a esta praga que está a invadir a nossa Mata do
Urso Podemos voltar a juntar-nos amanhã?
Todos concordaram porque era urgente pôr as mãos à obra e tentar exterminar o maior número possível de acácias.
No dia seguinte, lá estavam à hora combinada. Começaram por arrancar as acácias mais jovens, tendo o cuidado de extrair toda a raiz. Já em relação às acácias maiores, um dos voluntários, muito entendido em plantas invasoras, disse que seria melhor proceder ao seu descasque.
Todos concordaram porque era urgente pôr as mãos à obra e tentar exterminar o maior número possível de acácias.
No dia seguinte, lá estavam à hora combinada. Começaram por arrancar as acácias mais jovens, tendo o cuidado de extrair toda a raiz. Já em relação às acácias maiores, um dos voluntários, muito entendido em plantas invasoras, disse que seria melhor proceder ao seu descasque.
- O
que é isso? – perguntou a Liliana.
-
Fazemos um corte à volta do tronco e depois removemos a casca até à raiz –
explicou o voluntário que afinal era engenheiro do ambiente.
Já
esclarecidos, todos continuaram com o trabalho: os mais novos a arrancarem as
acácias e os mais crescidos a fazerem o descasque.
No fim do dia já estavam todos cansados: arrumaram
tudo e foram para as suas casas. Os patos, ao verem tanta gente, reuniram-se e
decidiram participar neste projeto. Quando acordaram, um grupo voou e detetou
onde havia invasoras em terra e na água e arrancou-as
pela raiz; o outro grupo construiu um dossiê onde apareciam imagens de plantas
invasoras e andou a divulgar esta praga junto da população.
As pessoas receberam
informação e assim, tiveram o conhecimento de quais as plantas que eram
invasoras e as que deveriam arrancar. A população ficou chocada com a quantidade de
plantas invasoras que existiam.
O Albi sugeriu que de três em três meses se reunissem e em conjunto fossem apanhar as plantas invasoras.
- Que boa ideia Albi! –
disse a Liliana.
Perante esta situação, as
pessoas ficaram emocionadas, concordaram e combinaram concretizar a ideia
sugerida pelo Albi.
Estes encontros
foram um sucesso. A palavra foi-se espalhando e a quantidade de voluntários na
luta contra as invasoras foi crescendo. Desta vez, munidos de enormes sacos, o
alvo era a Erva das Pampas.Liliana e Albi cedo saltaram da cama e compareceram para mais uma missão.
- Hoje vai ser um dia fantástico! - disse a Liliana.
- Sim, podermos contar com o acompanhamento de técnicos especializados da
Câmara Municipal vai ser uma mais valia para melhor esclarecer e motivar as
pessoas. – disse o Albi.
- Temos mesmo de defender as espécies nativas e controlar estas pragas! Temos
mesmo de continuar a informar e alertar as pessoas para o perigo da propagação
destas espécies. – disse a Liliana.
- Pois, pois. Esta Erva das Pampas produz muitas sementes e espalha-se
facilmente com o vento por espaços degradados, dunas, bermas das estradas e
margens dos rios. Ameaça os ecossistemas e a saúde publica. – disse o Albi.
-Mais à obra, vamos acabar com elas já! – gritaram em conjunto.
Autores: Alunos da Gualdim Pais, Escoural, Travasso e São Simão de Litém
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